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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Hermetismo (verbete)

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Pensamento místico com origens historicamente indefinidas. O hermetismo pode ter tido suas bases no Antigo Egito com as crenças em torno do deus Thoth, tendo aparecido enquanto "hermetismo" no período helenístico. O primeiro texto comprovadamente hermético foi as “Enéadas” de Plotino. O hermetismo teve seu período de maior popularidade na Idade Média. A alcunha "hermetismo" se deu em relação a figura de Hermes Trismegisto. Não existem dados históricos suficientes para se afirmar onde e quando ele viveu, se é que ele existiu e se os textos atribuídos a Hermes foi ele mesmo que escreveu. Contudo, acredita-se que o Hermes viveu no Antigo Egito. O hermetismo se organiza modernamente a partir de sete princípios (ressonâncias filosóficas após cada definição entre parenteses): Mentalismo (tudo é mente) imanência, Correspondência (o que está em cima é como o que está embaixo) mônada, Vibração (tudo vibra), Polaridade (tudo é duplo) ressonância, Ritmo (tudo tem fluxo e refluxo) máquina abstrata, Causa e Efeito (todas as causas anteriores contribuem para um efeito, e tudo de acordo com a Lei) e Gênero (conjugalidade dos princípios masculino e feminino). Do hermetismo foi gerada a alquimia (que gerou a química) e a astrologia (que gerou a astronomia). Dentre estudiosos célebres do hermetismo estão Agrippa, Paracelso, Giordano Bruno, Isaac Newton e Leibniz.


Textos no Cosmos e Consciência:



Deleuze e o Tarô - rascunho de um pensar em êxtase


Hermetismo em Aberto: ontologias oníricas entre magia e ciência


Neo-animismo enquanto religare: confluências entre a filosofia da diferença, ciência e espiritualidade


Ontologia Onírica: hermetismo, diferença e ciência em Philip K. Dick



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